Diário de Bordo
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
Inspiração.
Tudo o que a gente precisa para escrever é inspiração. Hoje eu tenho. Ela (a inspiração) voltou.
Esta postagem data, originalmente, de 13/12/2015.
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
Sobre brasileiros, eleições e outros paranauês.
Estamos em época de eleição nas seccionais da OAB.
Abro o jornal esta semana e vejo que uma das chapas que concorre em São Paulo
tem como candidata à Vice-Presidente, a filha de um advogado muito ligado ao ex-presidente
Lula.
Em decorrência da notícia, ouço uma série de teorias
conspiratórias, a principal dando conta que o PT planeja tomar de assalto
também a OAB.
Ouço, penso, reflito e....
Observo que nada mais me espanta. O PT no governo,
assim como seus partidos aliados, seguem o “Método Chavista”, uma evolução
porca do totalitarismo cubano, cujo líder quadrilheiro, Fidel Castro, apoiava,
idolatrava e recebia ajuda do Coronel Chávez.
A propósito, não esqueçam que Chávez era militar!
A receita é sempre a mesma: medidas populistas,
irresponsabilidade fiscal, aparelhamento do Estado e das instituições.
Aparelhamento tal que membros do partido sempre fazem menção aos “cinco votos”
que possuem na mais alta corte do País.
Um ex-presidente de uma seccional da OAB já emprestou
apoio declarado ao Grande Líder Lula!
O pior, é que o partido no poder foi amplamente
apoiado pelos demais partidos de “esquerda” (deveria por um emoticon de risada
aqui?), pela “intelligenzia” socialista (outro emoticon?), todos agora traídos,
e que nada fazem a não ser empinar seu nariz e fingir que nada veem.
Fingem que não veem que o projeto do PT era um projeto
de poder e enriquecimento e não de Estado. Apoiaram aquilo que sempre
“combateram”.
Esses partidos de “esquerda” que são responsáveis por
condutas tão torpes e difundidas, tudo sempre em nome do poder. A ponto de um
empresário milionário e conhecido por suas práticas pouco usuais ter sido
eleito por um partido “comunista” para determinado cargo. Acho que não sabe nem
apontar no mapa onde fica Cuba ou Coréia do Norte, apenas para citar dois
países “comunistas”.
Daí a chegar a eleição para presidentes regionais de
uma entidade de classe com tanta visibilidade como a OAB, é algo muito simples.
Presidentes que almejam o terceiro ou o quarto
mandato, chapas que são apoiadas e às vezes até compostas por membros com clara
intenção de voos políticos mais amplos são alguns dos exemplos mais comuns.
Justamente na OAB, que se jacta de ter estado a frente
dos movimentos democráticos, de cobrar o funcionamento das instituições, entre
outras causas nobres, é permitido que sejam criadas verdadeiras “dinastias
presidenciais”.
Não há limite de reeleições e não há necessidade de
afastamento da direção. Ou seja: tudo aquilo que se cobra dos outros, em muitos
casos, não se exige em casa.
E a “máquina” funciona como um rolo compressor com
mordomias, favores e apoios interessados. Novas sedes regionais são inauguradas
com pompa e circunstância, com a presença de membros do executivo, legislativo,
judiciário e até eclesiástico dando impressão de uma grande vitória local
quando, na verdade, são erguidas com o sacrifício de todos os advogados do
Estado.
E essa mesma regional não possui qualquer autonomia
financeira, exceção feita a pequenas receitas locais tais como as
fotocopiadoras em fóruns. Ganha uma sede, mas não manda no próprio orçamento.
Neste aspecto, não podemos esquecer que a própria OAB
cobra do Poder Executivo a autonomia do Poder Judiciário sobre suas próprias
receitas e despesas. Pelo menos durante as campanhas eleitorais quadrienais a
cobrança é repetida.
Depois, nos quatro anos de mandato do executivo
eleito, o assunto fica esquecido, meio de lado, mas também não tem problema,
afinal, ela mesma não proporciona autonomia, o que dirá cobrá-la.
Nestas eleições da classe dos advogados, muitos
advogados propõem a defesa intransigente da classe, mas, no fundo, buscam mesmo
é sua cota de poder.
A OAB hoje nada mais é do que um retrato mal ajambrado
da própria sociedade brasileira. A diferença é que está revestida de
corporativismo.
Seja lá quem for eleito, será mais do mesmo.
Tomara que eu me engane.
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
domingo, 18 de outubro de 2015
Domingo sem inspiração.
Uma manhã cinza de domingo em São Paulo impede uma volta de moto.
A adaptação ao horário de verão atrapalha todo meu corpo. Os pensamentos também não fluem com a agilidade esperada.
O silêncio nos grupos do whatsapp mostra que meus amigos estão na mesma sintonia.
Resta atualizar as playlists musicais do telefone, pensar na próxima tatuagem, constatar que velhas marcas sumiram da minha mão.
Ouço Solsbury Hills, de Peter Gabriel, e na sequência aleatória, Apologize, com One Republic, e me pergunto se sempre será tarde demais para se desculpar.
Domingos cinzentos fazem isso conosco: nos induzem a momentos de reflexão.
Pelo menos no fim da noite vai haver um episódio novo de The Walking Dead, a série que um monte de gente não gosta do tema, mas assiste.
Pelo menos no fim da noite vai haver um episódio novo de The Walking Dead, a série que um monte de gente não gosta do tema, mas assiste.
Eu, ao contrário, assisto, não perco um capítulo e gosto. Acompanho a transformação de Rick Grimes em "Cavaleiro Negro", um "Fallen Jedi" que, cada vez mais é tomado por seu Dark Side.
Sento, escrevo este texto e penso: I know the power of the dark side. And I Like it.
Sento, escrevo este texto e penso: I know the power of the dark side. And I Like it.
terça-feira, 25 de agosto de 2015
Momentos de reflexão.
Certos eventos - trágicos ou não - nos induzem, invariavelmente, a alguns momentos de reflexão.
Curiosamente, minhas reflexões são acompanhadas por música, e essa é uma daquelas que embalam bem estes momentos.
Boa semana!
Curiosamente, minhas reflexões são acompanhadas por música, e essa é uma daquelas que embalam bem estes momentos.
Boa semana!
sexta-feira, 14 de agosto de 2015
Aniversário é sempre um dia complexo...
Costumo dizer
aos meus amigos que nosso aniversário é um dia que marca de forma positiva e
negativa ao mesmo tempo. Felicidades e tristezas se reúnem numa única ocasião.
Aniversário é um momento de dicotomia. A data marca uma um breve instante entre
o começo e o fim, entre um fim e um recomeço.
É o dia em que
você respira fundo, olha para trás e vê tudo o que aconteceu no último ano.
Lembra de seus sonhos e aspirações formados um ano atrás e tudo aquilo que você
conseguiu realizar. Se entristece por tudo aquilo que não conseguiu. Noutra
respiração, refaz as promessas que não cumpriu, os planos que não seguiu e
promete que neste ano vai ser diferente.
Inspira,
expira e não pira....
Eu sou um cara
que não gosta muito de redes sociais, mas devo admitir que algo de bom elas
trouxeram: gente com quem há muito não podemos partilhar a mesa, o balcão do
bar, o banco da praça e os brinquedos do parquinho sabe onde nos encontrar e
pode deixar um cumprimento. Uma lembrança eletrônica que corresponde a um gesto
de carinho.
E quem está
perto... Bom, que está perto também deixa um recado, e dá um jeito de te dar um
abraço, um beijo ou um telefonema. E, às vezes, um telefonema salva o dia.
Eu queria
agradecer pessoalmente cada um dos mais de 100 cumprimentos que eu recebi hoje,
por publicação na timeline do facebook, mensagem inbox, mensagem no tweeter,
e-mail, whatsapp, sinal de fumaça, mentalização, meditação, vibração, fax e
telex.
Como é difícil
conseguir isso antes do próximo aniversário, vou aproveitar esta postagem
pública e meio blogueira para este agradecimento.
Todos vocês estão no meu pensamento!
Meus amigos e amigas de
esquerda, de direita, sem direção, sem noção, abstêmios, cangibrinas, meninos,
meninas, afins e correlatos, do bar, da moto, do parquinho, de muito tempo, de
outro dia, da família natural, da família escolhida, enfim, todos...
A todos o meu
obrigado!
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