quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Música do dia.

Achei interessante a ideia de postar uma música e um vídeo.

Tenho um grande amigo que faz isso nas madrugadas insones. Não tenho o mesmo bom gosto dele, mas vamos lá...

Estou numa semana Johnny & June, então, mais uma de Johnny Cash:


Até o próximo!

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Sobre amores escolares, decepções e outras coisas

O colunista Ivan Ângelo escreveu na última Veja São Paulo um agradável texto sobre amores escolares, contando, inclusive, algumas experiências suas. Achei que o tema podia dar um caldo.

Sou conhecido por ter uma memória privilegiada. Lembro-me de fatos ocorridos há muito tempo, com detalhes. Para alguns esta memória é uma dádiva.  Para mim, nem tanto.  Isto porque eu me lembro da absoluta maioria dos fatos relevantes que ocorreram na minha vida. Dos mais agradáveis aos mais horríveis.

Lendo a coluna, fui pensando nos “amores escolares” de minha vida. Por óbvio, que esta lembrança começou lá no Jardim da Infância, no alto dos meus seis anos talvez.

Daniela. Morena, cabelo preto. Filha da dona da escola. Éramos da mesma “sala”, eu lhe fazia companhia no jardim dos fundos da escola durante os momentos de recreação, brincávamos juntos, enfim, estávamos ali, lado a lado, pertinho.

E, como todo grande primeiro amor, foi o causador da primeira grande decepção. Primeira porque muitas outras seguiriam-se ao longo da minha vida (como eu sofri por amor, paixão, etc, mas isso é assunto para outo post). Talvez essa tenha sido a mais marcante, pela inocência, pela pureza do sentimento envolvido. Enfim, eu nunca esqueci.

Festa Junina da escolinha. Sempre tem o casamento (ou tinha, naquela época). Daniela é a “noivinha”, a rainha da festa. Na minha cabecinha infante, era obvio que eu seria o noivo, afinal eu era o melhor amigo, o quase namorado.

Pois eis que o escriba aqui é escolhido para ser: o padre! Veja só que ironia: não apenas não seria o noivo como teria de “celebrar” o casamento. 

Curiosamente, eu não me lembro o nome do “noivinho”. Minha mãe me disse certa vez que ele era meu amigo até esse dia. Depois, jamais toquei no nome dele de novo.

Do alto dos meus seis anos, fui o padre, cumpri meu papel, mas nunca me esqueci.

Talvez, porque a tristeza destas decepções são inesquecíveis.


Até o próximo!

Música também é post?

Acho que não precisa ser um blog só de textos. Enquanto o de hoje vai saindo da mente, segue um sonzinho:


E o pessoal só conhece a versão do U2...


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Redes Sociais

A propósito, para esclarecer, já que um monte de gente me pergunta, estou fora da principal "rede social" que é o facebook.

Não tenho tempo pra mimimi e conversa de pseudo-hippie, falso esquerdista e falso moralista e toda a sorte de gente mais chata que eu...

Mantenho apenas minha conta no twitter: @marcelopiotto e no Instagram (mpiotto). No primeiro dá para exprimir e acompanhar ideias e no segundo apreciar excelentes visões do mundo.

Tenho também um Google+ mas nem sei como funciona...

Tamo aí na atividade das ideias! Afinal, é o pensamento que move o mundo.

Os comentários são livres e não moderados. Comente, ainda que anonimamente e me dê uma inspiração para continuar.

Até o próximo!