domingo, 10 de maio de 2015

O dia do maior amor do mundo.

Edmondo de Amicis (1846-1908) pontificou que “se fosse possível descobrir o primeiro e verdadeiro germe de todos os afetos elevados e de todas as ações honestas e generosas de que nos orgulhamos, encontra-lo-íamos quase sempre no coração de nossas mães.”

Ana Rosa / Aparecida  / Chrystiane / Denise  / Deyse  / Eliana / Karina / Karla / Lucia / Luciana / Lucíola / Márcia / Maria Aparecida / Maria Cristina / Maria de Lurdes / Maria Salete / Mariana / Marilene / Milene / Monise / Nanci / Patrícia / Sandra / Selma / Silvia / Sueli / Tatiana.

Maria / Teresa de Calcutá / Zilda Arns / Dulce / Ana Néri / Rosa Parks / Maria da Penha e tantas outras famosas ou anônimas.

Tantos nomes, e todas elas respondem por um único chamado de três letras: MÃE. Pouquíssimas palavras são tão pequenas na gramática e têm um significado tão grande. Pouquíssimas não, nenhuma!

Quando somos mais jovens, cansamos de ouvir que “mãe é tudo igual”. Agora, com um pouco mais de idade, observando com um pouco mais de cuidado, somos convencidos que isso é verdade. Porque não é difícil acreditar que todas as mães estejam unidas em um único corpo espiritual.

Talvez isso explique porque uma mãe brasileira chora ao ver um bebê nepalês sendo devolvido à sua mãe após passar 22 horas sob escombros. A única coisa que separa essas duas mães é a distância. Somente elas sabem o significado daquele momento.

MÃE é sempre igual, porque MÃE é sempre AMOR. É isso que talvez explique como o bebê sabe quem é sua mãe, sem ao menos enxergar ou interpretar a visão que tem; ou porque pais não são chamados quando dói a garganta ou o ouvido, quando cai o primeiro dente, quando aparece a primeira espinha. E como não lembrar das Mães da Praça de Mayo, ou da Candelária. E MÃE é sempre AMOR mesmo quando parece que nós gastamos toda sua paciência e ela briga, grita, esperneia.

Nos pediram um texto para que pudesse ser feita uma homenagem a vocês, MÃES. Vocês, que foram cantadas em tantas músicas de tantos ritmos e letras, e que nenhum texto, poema, pintura ou qualquer obra de arte pode adequadamente representar. Nenhum corpo material passa sequer perto de poder personifica-las.

Hoje, fazemos uma singela homenagem às MÃES. MÃES que são, não só de seus filhos e filhas, mas também de seus sobrinhos e sobrinhas, netos e netas, genros e noras e também de pais e de outras mães. Vocês, que não apenas geraram as vidas de seus descendentes, mas velam, dia após dia, pela manutenção das vidas de outros tantos.

MÃE É O MAIOR AMOR DO MUNDO! É o início, o fim e o meio de todas as vidas que gravitam ao seu redor.


Parabéns pelo seu dia. Que o amor que vocês emanam continue a inundar o mundo.

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