Edmondo
de Amicis (1846-1908) pontificou que “se
fosse possível descobrir o primeiro e verdadeiro germe de todos os afetos
elevados e de todas as ações honestas e generosas de que nos orgulhamos,
encontra-lo-íamos quase sempre no coração de nossas mães.”
Ana Rosa /
Aparecida / Chrystiane / Denise / Deyse / Eliana / Karina / Karla / Lucia / Luciana /
Lucíola / Márcia / Maria Aparecida / Maria Cristina / Maria de Lurdes / Maria
Salete / Mariana / Marilene / Milene / Monise / Nanci / Patrícia / Sandra / Selma
/ Silvia / Sueli / Tatiana.
Maria /
Teresa de Calcutá / Zilda Arns / Dulce / Ana Néri / Rosa Parks / Maria da Penha
e tantas outras famosas ou anônimas.
Tantos
nomes, e todas elas respondem por um único chamado de três letras: MÃE. Pouquíssimas palavras são tão
pequenas na gramática e têm um significado tão grande. Pouquíssimas não, nenhuma!
Quando
somos mais jovens, cansamos de ouvir que “mãe é tudo igual”. Agora, com um
pouco mais de idade, observando com um pouco mais de cuidado, somos
convencidos que isso é verdade. Porque não é difícil acreditar que todas as
mães estejam unidas em um único corpo espiritual.
Talvez
isso explique porque uma mãe brasileira chora ao ver um bebê nepalês sendo
devolvido à sua mãe após passar 22 horas sob escombros. A única coisa que
separa essas duas mães é a distância. Somente elas sabem o significado daquele
momento.
MÃE é sempre igual, porque MÃE
é sempre AMOR. É isso que
talvez explique como o bebê sabe quem é sua mãe, sem ao menos enxergar ou
interpretar a visão que tem; ou porque pais não são chamados quando dói a
garganta ou o ouvido, quando cai o primeiro dente, quando aparece a primeira
espinha. E como não lembrar das Mães da Praça de Mayo, ou da Candelária. E MÃE é sempre AMOR mesmo quando parece que nós
gastamos toda sua paciência e ela briga, grita, esperneia.
Nos
pediram um texto para que pudesse ser feita uma homenagem a vocês, MÃES. Vocês, que foram cantadas
em tantas músicas de tantos ritmos e letras, e que nenhum texto, poema, pintura
ou qualquer obra de arte pode adequadamente representar. Nenhum corpo material
passa sequer perto de poder personifica-las.
Hoje,
fazemos uma singela homenagem às MÃES.
MÃES que são, não só de seus
filhos e filhas, mas também de seus sobrinhos e sobrinhas, netos e netas,
genros e noras e também de pais e de outras mães. Vocês, que não apenas geraram
as vidas de seus descendentes, mas velam, dia após dia, pela manutenção das
vidas de outros tantos.
MÃE É O MAIOR AMOR DO MUNDO! É o início, o fim e o meio de todas as vidas que gravitam
ao seu redor.
Parabéns
pelo seu dia. Que o amor que vocês emanam continue a inundar o mundo.
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